Laboratórios Experimentais (CCE + Mutgamb) Curitiba
Linhas tênues que diferenciam o processo de cada espaço e envolvem diversos indivíduos, que circulam por várias dessas conexões, afinal as pessoas estão (as pessoas não são, elas estão).
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Objetivo:
produção de 04 registros ou micronarrativas (máximo de 10 min) a convite do Centro Cultural da Espanha tendo como pauta experiências de Laboratórios Experimentais no Brasil.
Ao invés de dividirmos em regiões, que era a ideial inicial, percebemos que seria mais interessante focar em espaços de forte atuação na cena de Labs: IP, no Rio de Janeiro e Glerm Soares, Lucida Sans e demais espaços que estão envolvidos, em Curitiba.
Tati Wells ficou responsavél pela produção do documentário sobre o IP e eu sobre a cena de Curitiba.
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Base para desenvolvimento do roteiro:
*Laboratórios Experimentais e Cultura Digital Brasileira;
*Espaços que unem pessoas, valorizam o processo de criação a liberdade de experimentação; *Espaços onde o processo de produção e experimentação em hardware e software é mais valorizado do que o produto. Aliás, aqui o produto deixa de ter a conotação de um objeto e passa a ser instantes de efervescência de momentos de criação pautados por um grupo que se reúne com objetivo de disseminar novas formas de lidar com a tecnologia: amplificando a poética de seus sensores e modulando novas frequências a partir da ressignificação de objetos.
-Experimentação;
-Poética da tecnologia;
-Formas de sobrevivência;
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Saímos 10 de Janeiro, dia nublado em São Paulo e pegamos a estrada com uma seleção musical diversa e divertida.
Horário de saída: 12:00
Horário de chegada: 18:00
Voltamos para São Paulo no dia 15 de Janeiro.
Horário de Retorno: saímos de Curitiba às 21:00
Chegada: chegamos em São Paulo às 02:00
Da ressignificação:
Chegamos em Curitiba e fomos direto para Museu da Gravura, espaço em que estava acontecendo o Hacklab do Solar. Lá encontramos Glerm Soares, que nos mostrou o Toscolino e abriu as entranhas da programação do tal (visualizamos o patche) e nos explicou o que constituia o Toscolino: um controle joystick, que permite a manipulação de som pela pessoa que está com o mesmo em mãos.
Quem foi mesmo que disse que a cadeira foi feita só para sentar?
E foi essa essência que tentamos capturar durante as entrevistas: como se dá esse proceso inventivo e de subversão de objetos e conceitos, que torna a cena experimental Curitibana tão especial?
A busca:
Os elos que constituem e desenvolvem esses espaços em Curitiba circulam por vários grupos, o que enriquece a troca de conhecimento e potencialização do processo de surgimento de novas ideias.Por isso não chegamos lá com um roteiro fechado, e sim com o objetivo de des-formatar o estilo de construção de micro-documentários atual, e para isso meta-experimentamos no processo de montagem da linha de perguntas, entrevistados e espaços de filmagem.
A riqueza estava em como as coisas surgem, e não nos que elas se tornaram.
Chegamos com algumas perguntas base para conversar com cada entrevistado, mas elas eram modificadas de acordo com o teor e conteúdo que ia surgindo na conversa. Sinto a grande amplitude da gambiarra quando valorizamos os novos caminhos que são abertos durante a feitura de um projeto e nesse ponto elevamos ao máximo essa potência do processo desmistificado.
Nós quem? Desviando…
Para mim uma das grandes experimentações do vídeo é convite que fiz para Marilia Rubio filmar e editar a narrativa. Alguém que tem uma linguagem e processo de criação bem diferente das linhas que sigo e das propostas que me envolvo. O objetivo desse envolvimento é o de oxigenação de elementos e ideias, já habitualizadas, e potencialização de novas linguagens. Fomos construíndo nossos processos a partir de nossos erros, acertos e soma de algoritimos que inventamos a cada momento, aproveitando tudo que existia ao redor para nossas ins-pirações e mesclando nossos olhares sobre circuitos e mundos. Às vezes dava certo, às vezes dava errado. A parte mais legal é quando dava errado: aí mora a riqueza das diferenças, que somadas criam algo quase que inédito, que só encontramos na lacuna da transversal que cada um tem intimamente.
Eles quem? Nadando nas profundezas sensoriais…
Os entrevistados:
Patricia Valverde
Fernando Rosenbaum
Ana Gonzalez
Goto Newton
Glerm Soares
Simone Bittencourt
Teor da conversa:
As perguntas variaram bastante de pessoa para pessoa, mas existe uma linha que liga os momentos registrados, como a rede que existe em Curitiba, a questão de espaços de criação lúdica e tecnologica que tem curta duração fisica, mas longa em outros âmbitos, como listas de discussão, como fomentar esses espaços e a ocupação de espaços públicos como museus e espaços não governamentais. Afinal, como incentivar tudo isso?
E quando fica pronto?
Bom, agora vamos para uma nova fase da feitura do vídeo e a previsão de finalização é Fevereiro/2012
Movimento dos Sem Satélite: http://devolts.org/msst
Circuitos Compartilhados http://www.circuitoscompartilhados.org/
Trânsitos http://transitos.org/
Bicicletaria Cultural http://www.curitibacultura.com.br/tags/bicicletaria-cultural
Hacklab Solar http://mutgamb.org/blog/Hacklab-Solar-Computacao-Poetica-e-Eletronica-Artesanal
Jardins de Volts http://organismo.art.br/blog/?tag=jardim-de-volts
Tô sem palavras!
nøis!
bonito, querendo muito ver!